Guilherme Ribeiro

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Plantão médico

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Saúde  de qualidade? Reportagem avalia o atendimento médico emergencial dos hospitais Antonio Giglio [municipal] e Regional [estadual] em Osasco.

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Ao entrar pela porta da frente, certamente o cidadão desavisado será barrado e orientado a dirigir-se à entrada lateral – durante o dia – ou à entrada para casos emergenciais. A porta localizada na fachada do Hospital Dr. Vivaldo Martins Simões – conhecido como Hospital Regional de Osasco – é destinada apenas a funcionários. [leia mais]

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29/05/2010 at 02:02

A turma do Maurício

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Em comemoração aos 50 anos de carreira de Maurício de Sousa, acontece até terça-feira [18/08] no MuBE uma exposição que reúne em detalhes vida e obra do autor e de todas as suas personagens, além de muitas curiosidades e objetos históricos.

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Written by Guilherme Ribeiro

14/08/2009 at 22:50

Digitalização…

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DigitalizaçãoGraças à internet, o mundo está cada vez mais acessível, moderno e rápido. Mas quem consegue se manter ativo em todas as ferramentas da web ao mesmo tempo? Com grande crescimento em número de serviços e usuários, a vida virtual vem tornando-se cada vez mais movimentada, e complicada!

Enviar e receber e-mails, conversar instantaneamente por texto, voz ou vídeo, compartilhar fotos, músicas, listas, idéias, textos, preferências, piadas, vídeos e até mesmo saciar a curiosidade alheia, dizendo o que você anda fazendo durante o dia… É difícil conhecer uma pessoa que não seja usuária de pelo menos um dos inúmeros recursos e serviços hoje disponíveis na rede. Ao longo da última década foi notável o aumento no número destas ferramentas, e tal fator foi ao mesmo tempo que em partes motivado, motivador do crescimento do número de pessoas com acesso à internet: os chamados internautas somam hoje mais de um bilhão em todo o globo – em 2002 eram 563 milhões.

Segundo dados de uma pesquisa encomendada pela Google à Netpop Research, o acesso à internet no Brasil ainda detém maior expressividade em ferramentas on-line mais simples e populares como o e-mail [90%], os serviços de busca e pesquisa [89%] e de mensagens instantâneas [67%]; apesar disso, o país registra o primeiro lugar mundial em horas de navegação/usuário, com média de 44h59m para o mês de junho/2009 – considerados todos os usuários com algum tipo de acesso, seja em casa, no trabalho, lanhouses, bibliotecas, etc., que segundo estimativas do Ibope já atingem a marca de 62,3 milhões de pessoas [aprox. 32% da população] – nos EUA, os internautas somam 300 mi [aprox. 75% da população].

O Brasil pode ser considerado contraditório se compararmos todas as estatísticas: embora seja o país em que as pessoas fiquem mais tempo on-line, a quantidade de pessoas com acesso ativo em domicílio ainda é baixo: pouco mais de 13% [25,6 milhões]. Isso não impede, por exemplo de também pertencer ao Brasil o primeiro lugar em número de membros no Orkut. Mais de 50% de todos os usuários do mundo são brasileiros – isso explica até o porquê de tantas pérolas… Esta tomada do Orkut fez com que usuários de outros países se vissem obrigados a deixá-lo. Por encontrarem somente conteúdo dirigido aos brasileiros – e em português – muitos migraram para outras redes sociais. esse fato ficou conhecido como o “Brazilian Takeover.

Foi-se o tempo em que as fotos de uma festa demoravam meses para que fossem vistas por todos os que nela estavam presentes. Hoje, com ferramentas como o Flickr ou o Picasa, em minutos é possível baixá-las em seu computador ou apenas conferi-las virtualmente – adeus filmes e revelações!

Longas conversas hoje podem acontecer por serviços como o MSN Messenger, o GoogleTalk ou o Skype, e vão além do telefone, pois além de serem gratuitos – independente da distância – e de oferecer ótima qualidade de voz, permitem conversar até mesmo por vídeo, fazendo os filmes de ficção científica já não tão mais surpreendentes.

Filas em bancos? Seria cruel se não fosse verdade, mas está deixando de ser realidade para tornar-se apenas um hábito dos aposentados e pensionistas. É comum hoje realizar o pagamentos de contas, transferências, recarga de celulares e até a aquisição de investimentos, capitalização e títulos de previdência privada por meio do netbanking – ou banco on-line, para simplificar.

O jornal de papel, por muitos considerado caro e trabalhoso de manusear, em sua versão on-line oferece tudo em tempo real de modo prático, rápido e gratuito.

A princípio, é a isso que a internet se propõe, facilitar a vida, encurtar distâncias e tornar a vida mais simples.

Estar em todas

Mas, e quando a vida on-line, ao invés de simplificar o dia-a-dia, começa a ficar insustentável?

Não é exagero… Muitos são os fatores que levam pessoas a inscreverem-se em serviços como o Twitter ou Orkut – inclusão em determinado círculo ou rede social, anseio por novas tecnologias e até curiosidade motivada por repercussão de fatos ligados a eles na mídia geral -, e depois assumirem-se viciadas, alegando que o frequente acesso à estas e outras ferramentas acaba por atrapalhar até mesmo sua rotina de trabalho ou estudo. Em pesquisa realizada no site Enquetes.com.br, de um total de 181 entrevistados, 74,6% deles se consideram viciados em internet. E isso ainda é só o começo…

É tênue a linha entre entretenimento e vício quando falamos em internet. Muitas pessoas ficam simplesmente desesperadas quando se vêem sem acesso à rede por motivos alheios à sua vontade como as frequentes quedas de conexão do Speedy, por falta de energia elétrica [!] ou por ter o computador quebrado/em manutenção.

Outra coisa que costuma perturbar os internautas mais ativos – aqueles que “estão em todas da web” e geralmente te acesso à internet em casa e por meio de banda larga – é a incessante necessidade de atualizar suas ferramentas on-line. Colocar novas fotos em seus álbuns virtuais, participar ativamente das comunidades que é membro nas redes sociais, postar novos textos em seus blogs, compartilhar tudo o que viu de interessante, etc… Com o tempo, torna-se uma obrigação.

Mudança de hábitos

A internet trouxe consigo um novo modo de vida, bem diferente dos padrões de alguns anos atrás. Segundo Naomi Baron, professora de linguística na American University e autora de trabalhos acadêmicos sobre a interferência da tecnologia na vida cotidiana, “a rotina diária costumava envolver acordar, ir ao banheiro, escovar os dentes e depois apanhar o jornal, mas agora aquilo que fazemos primeiro mudou dramaticamente. E completa: “Eu mesma sou a primeira a admitir: quando acordo, a primeira coisa que faço é verificar meu e-mail”.

Podemos considerar isto um problema ainda maior se pensarmos que novos hábitos surgem em detrimento de outros: empresas que prestam serviços de conexão à Internet registraram aumento de 50% no tráfego de dados em horários antes tranqüilos, entre 7h e 10h da manhã, horários estes que antes eram usados em larga escala para a prática de atividades físicas, passear com o cachorro, etc…

Mãozinha virtual

Aos que estão “em todas da web” fica a dica: existem atualmente  ferramentas que ‘organizam’ sua vida virtual. Sites como o MeAdiciona reúnem numa só página – que a seu critério pode ser ou não pública – suas ID’s dos serviços de mensagens, links para seus perfis em redes sociais, e de compartilhamento de arquivos, endereços dos seus blog, etc…

Já o Netvibes e o iGoogle permitem que você crie uma página com todos os serviços que deseja ver atualizados durante o dia: dá pra saber se chegaram novos e-mails, ver sua agenda, previsão do tempo e muito mais…

Outra opção são os emuladores de conversas instantãneas como o Meebo, que reúnem todos os seus contatos de todos os programas em uma só página – e conversar com todos eles ao mesmo tempo.

É, a digitalização pegou mesmo… Dia desses descobri que minha avó está no Orkut!

AVISO: Este não é um post pago [não foi encomendado/remunerado pelas empresas nele citadas].
Apenas as opiniões aqui expressas são de responsabilidade do[s] autor[es]. Não nos responzabilizamos pela disponibilidade e/ou qualidade dos serviços e produtos aqui mencionados.

Written by Guilherme Ribeiro

11/08/2009 at 17:41

Araçariguama, Dona Elza, Gérsão e mais sobre apreensão de veículos…

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Urgh!Dizem que desgraça pouca é bobagem – e que coisas ruins nunca vêm sozinhas. Posso afirmar que ambas as afirmações são verdadeiras!

Semana passada fui socorrer um amigo cujo carro havia sofrido uma pane em pleno Rodoanel. Bom, pelo menos tentei, porque a Polícia Militar Rodoviária, no eficiente exercicío de sua função de zelar pela segurança dos motoristas chegou antes, e é aí que começa toda a história…

Com o intuito de verificar o ocorrido – e se necessário solicitar a remoção do veículo por meio de guincho fornecido gratuitamente¹ pela CCR, – os policiais que o atenderam fizeram uso de outra de suas atribuições zeladoras, mas desta vez para com o Estado: fiscalizar se motoristas e veículos estão em dia com suas obrigações legais, normativas e tributárias. Manutenção preventiva de luzes ou do estepe, validade do extintor, IPVA, DPVAT… Tantas são as coisas para se preocupar no carro que vez ou outra uma delas acaba por passar desapercebida, e para o azar do meu amigo, seu carro estava sem o Licenciamento pago… Desde 2007!

¹Graças à cobrança de pedágio!

É, desgraças de fato apreciam companhia… Motor quebrado e carro apreendido, foram fazer companhia uma para a outra no pernoite no pátio do Posto da Polícia do km 13 – o carro seria encaminhado no dia seguinte para o pátio apropriado. Na verdade, é aqui que começa essa história...

Pátio DERSemana seguinte, pagam-se multa recente e licenciamentos antigos, emite-se CRLV em dia… A partir deste ponto, sinta-se à vontade para desfrutar de toda a paisagem que só a viagem até o Pátio de Recolhimento de Veículos em Araçariguama, no km 44 da Rodovia Castello Branco pode lhe oferecer!

Dica: não esqueça de fazer uma pausa para
conhecer o pedágio de Itapevi.
Ótima pedida, localizado no Km 33, por apenas r$11,20!

Ao chegar no pátio por uma estrada vicinal, daquelas que levantam pouco pó, econtramos em frente a uma imensa plantação de hortaliças um local limpo, bem organizado e com boa infra-estrutura: sanitários, iluminação adequada, bebedouro, cadeiras para espera e um telefone público que não funciona – é, nada é perfeito. Descobri por intermédio do Cabo Edson, homem simpático e sorridente, responsável pelo atendimento em fila única para liberação dos veiculos, que a coisa lá era organizada porque o pátio era fruto de uma PPP, a empresa GP Service administra o local e é responsável por todas as operações de cunho técnico,  e o DER – Departamento de Estradas de Rodagem -, pela famigerada burocracia.

Dona Elza e o Silas MalafaiaNum dos cantos, com fala mansa e serena, Dona Elza sacia minha curiosidade e conta que o livro que lia com tanto afinco era de autoria do Pastor Silas Malafaia. Aos desavisados como eu e meu amigo, que não sabiam que o atendimento no pátio é suspenso no horário de almoço, ela vende guloseimas, salgadinhos, sucos e refrigerantes diaria e ininterruptamente das 10h30 às 17h, e explica com a voz mansa: “Já venho almoçada…”

Calculadas as devidas importâncias referentes ao guincho – Fila no único guichê em atendimento no Banco Postal de Araçariguama.r$136,46 mais r$4,43 por quilômetro rodado para veículos de passeio – e às diárias do pátio, voltamos à Castello Branco, desta vez para o km 50, onde, no centro da cidade uma agência dos Correios se vale de agência bancária. Claro que se não tivesse fila não seria a mesma coisa!

Tudo pago, Castello Branco, retorno, km 44, de prontidão frente ao pátio oaguardando a chegada do guinho contratado para levar o carro – o motor pifou, lembram-se?

Nem preciso falar sobre o guincho, né? Devidamente agendado para às 12h mas afim de contribuir para a onda de diversões do dia, Gérsão, o guincheiro  chegou pontualmente às 13h30.

Veículo liberado, suspenso e amarrado. Castello Branco, a 70 km/h! “Velocidade de segurança”… É, para que o guincho contratado às cegas e em excelente estado de conservação não desmontasse!

Written by Guilherme Ribeiro

05/08/2009 at 23:02

Eu comento! Tu comentas? Ele comenta…

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Você sabe por que devemos deixar comentários nos blog’s por onde passamos? Descubra aqui.

Já fez um comentário hoje?Se você chegou até aqui e lê agora estas palavras é por que tem acesso à magnífica rede mundial de computadores, a internet! Mais do que isso, sabe que este site que você – graças à Deus! – continua lendo é um blog que você acessou após ser vítima de mais uma das minhas newsletters – cuja finalidade é divulgar este novo projeto ao qual me engajei – ou que apenas encontrou no Google após executar uma busca por um tema do seu interesse.

Dadas as circunstâncias e os fatos, vamos à pergunta da vez. Responda rápido e sinceramente: quantos comentários você já deixou em blogs? Quantas vezes você dividiu sua opinião com o autor daquilo que acabou de ler, seja sobre o assunto abordado, seja sobre a forma como ele o fez?

Pois é, meu caro. Se soubesses como os comentários são importantes… Os comentários são a motivação, o gás que o blogueiro precisa pra continuar, são os empurrões que ele precisa para melhorar, ou, nos casos mais tristes, o puxão à realidade que motiva – com razão – um blogueiro sem futuro a desistir de escrever e partir pra outra! [Rs…]

Brincadeiras à parte, comentários são de fato sempre bem-vindos, e as respostas a eles, também. Acredito que faz parte do protocolo agradecer o comentário, mostrar que realmente se importa com o tempo dispensado a você pela pessoa que leu e comentou – juro que sou muito grato a todos que leram, mais ainda aos que comentaram e nenhum pouco aos que nem leram e nem comentaram! [Rs… x2]

Brincaderias à parte – de novo -, outra prática comum é a troca de comentários. O autor/dono de um blog entra no blog de outro, lê algo e comenta – deixando lá o link do seu blog. O outro faz o mesmo no blog do um.

Sou a favor dessa prática, desde que os comentários sejam reais ou sinceros, estejam relacionados com o tema e que principalmente sejam feitos num post encontrado por meio de pesquisa acerca do tema, ou seja, uma descoberta aleatória tipo a “Estou com sorte!” do Google, mas sem aquele quê de mera publicidade…

Não estou aqui querendo sensibilizar ninguém nem implorando para que você, leitor, comente meus textos.

Mas também não posso negar que um comentário recebido, mesmo que pareça ser uma coisa simples e banal diante de tanta informação disponível e coisas acontecendo ao mesmo tempo nessa rede desenfreada, de fato tem um grande peso para quem recebe – mesmo que não seja positivo!

É, ao contrário do que dizem, críticas são sim bem-vindas. Penso que toda crítica é construtiva e por sê-la, abre espaço para que melhorias, novos rumos e objetivos sejam pensados, almejados e – com sorte – alcançados!

Por isso, sempre que sentir que algo deve ser dito sobre o que está lendo, diga!

Ah, sugestões de assuntos também são bem-vindas!

Abraço!

Written by Guilherme Ribeiro

27/07/2009 at 20:42

A gente faz do seu jeito…

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Tendência, a exclusividade fruto da personalização de itens de consumo ao gosto do consumidor vem ganhando cada vez mais adeptos e conquistando espaço no dia-a-dia.

É bem provável que você já tenha alterado as características originais de uma peça de roupa antiga, de um objeto qualquer ou mesmo a aparência de algum gadget como telefone celular ou iPod, mas e se mais objetos pudessem ter a sua cara? Melhor ainda: e se estes objetos viessem com a sua cara direto da fábrica, novinhos em folha?

Isso já é possível… Uma infinidade de produtos hoje podem ser comprados exatamente como deseja – com maior ou menor número de características alteráveis, é claro, mas todas a seu gosto! E com a internet, essa gama de itens vem aumentando em número de opções e adeptos.

Camiseta criada por upload de imagem no site KmisetasO Kmisetas oferece aos clientes a possibilidade de escolher a cor e o corte da camiseta – básica, regata, baby look ou infantil – além, é claro, de permitir que o usuário monte sua camiseta com um ou dezenas de fotos/imagens salvas no computador ou disponibilizadas na galeria de imagens do site, podendo ainda redimensioná-las e posicionar a seu gosto. Detalhe: podem também ser inseridas imagens nas costas.

Os preços variam entre r$ 20 e r$ 30 – de acordo com a cor, quantidade encomendada e outros critérios – sem o valor do frete.

Do mesmo segmento mas com preços mais salgados – começando em r$ 29 -, o site Camisetas da Hora oferece o diferencial de permitir ao cliente selecionar o local – ou os locais – onde serão impressas as estampas – inclui opções até para as mangas! -, mas não é possível redimensionar ou posicionar a seu modo a foto ou imagem enviada. Oferece também galeria com muitas opções de modelos prontos.

Algumas combinações possíveis do site Fábrica de RelógiosJá o Fábrica de Relógios é uma prato cheio para os amantes da customização. No site é possível selecionar para o fundo do mostrador uma imagem entre as centenas – talvez milhares – organizadas por temas,  ou como no caso das camisetas, fazer upload de uma imagem ou foto a partir de seu computador, além de escolher o formato e material da caixa do relógio e o tipo e cor da pulseira – são mais de 30 opções entre aço, borracha, couro [com ou sem textura ou revestimento em tecido] e silicone, variando de acordo com a caixa escolhida.

Pra finalizar, até o formato e cor da embalagem onde o produto vem acondicionado – tornando-se ótima pedida para presentear – podem ser escolhidas!

Os preços vão de r$ 110 a r$ 150 para a linha adulto; o modelo infantil custa r$ 59 – não inclusos os custos de envio.

Outra boa – e mais barata – opção para presente são as canecas da Loja das Canecas. No site o cliente pode inserir texto ou uma imagem horizontal ou vertical para ser impressa na caneca. As opções de personalização são poucas, mas é um prato cheio para os apaixonados por canecas. Cada caneca custa r$ 19,90 sem o frete.

A gama de produtos personalizáveis não para por aí. Procurando pela internet é possível encontrar empresas que ofereçam aos clientes serviços de customização em almofadas, mousepad’s, calendários, toalhas, aventais, quebra-cabeças, adesivos, cinzeiros, cadernos, bolsas, mochilas, estojos, pratos de cerâmica, baralho… É personalização que não acaba mais!

Adidas W1 Adicolor

Ou faça você mesmo!

Grandes marcas têm aderido à moda da personalização de seus produtos de uma maneira um pouco diferente: trata-se do conceito “Do it yourself” ou em bom português, “Faça você mesmo”. Lançadas geralmente em edições especiais – raras e caras! – estes produtos tornam-se rapidamente objeto de desejo de colecionaadores e fashionistas de plantão. É o caso do Adidas W1 Adicolor, edição especial do modelo mais vendido da marca das três listras, que com tiragem de apenas 1000 unidades pode custar até US$ 500! Vem em embalagem de luxo para que o dono pinte o sete com as 7 bisnagas de tintas coloridas, pincel e paleta.

Segundo psicólogos e demais estudiosos de temas ligados a sociedade e comportamento, essa tendência à personalização representa uma clara vontade – ou até mesmo necessidade – de que cada ser tem de se sentir único em meio a tanta mesmice.

Ray-Ban Wayfarer Colorize KitA padronização estética e sua quase sempre presente superficialidade levam os consumidores a valorizar o destaque ganho com peças de vestuário ou demais objetos que se sobressaiam em meio à multidão.

A norte-americana Ray-Ban e a italiana Fendi também já se valeram  da novidade com kits customizáveis como o Ray-Ban Wayfarer Colorize Kit e o Fendi Artist Baguette, respectivamente.

Fendi Artist Baguette

O primeiro trata-se de uma reedição do modelo mais famoso da marca – preço não disponível. O segundo, da famosa bolsa lançada em 1997, que pode ser seu pela bagatela de US$ 1.300 – bem além dos já salgados preços da marca.

Ambos vem na cor branca com canetinhas permanentes coloridas.

É, parece que o conceito de fazer do seu jeito vai agora bem além da quantidade de queijo no seu sanduíche…

AVISO: Este não é um post pago [não foi encomendado/remunerado pelas empresas nele citadas].
Apenas as opiniões aqui expressas são de responsabilidade do[s] autor[es]. Não nos responzabilizamos pela disponibilidade e/ou qualidade dos serviços e produtos aqui mencionados.

Written by Guilherme Ribeiro

25/07/2009 at 15:35

Cookie é bom, ninguém dá? Eu dou!

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Cookies para presente!Hoje é aniversário da minha avó paterna, minha Babushka, Baba para os íntimos e vulgo Dona Maria – sim, vulgo, pois vulga não existe – e, para comemorar essa data especial, ia rolar aquele bolinho clássico e sempre muito bom no apartamento dela.

Ao contrário do que aparenta, nunca fiz promessa pra santo nenhum cuja penitência – ou qualquer que seja o nome – fosse nunca ter dinheiro, nem sou de uma religião que exija isso e nem gosto de não ter grana, mas isso já é de praxe. Já faz meses que não sei o que é ter o saldo bancário credor. Estou até incrédulo quanto ao fato de um dia sair do buraco…

Mas enfim, voltando ao assunto, o lance da grana foi pra dizer que, como não vai rolar de comprar presente resolvi cozinhar! Sim, o que à primeira vista parece estranho é perfeitamente normal e faz muito sentido: pessoas adoram ganhar presentes personalizados, feitos artesanalmente, onde você demonstra mais do que apreço pela pessoa presenteada, pois dedicou seu tempo a ela, seu precioso e atualmente escasso tempo! E cozinhar é arte, é artesanato em sua forma mais pura!

A escolha da vez foi presenteá-la com uma fornada dos meus famosos cookies que, modéstia à parte, conquistaram fama sozinhos – no boca-a-boca, literalmente – e com muito mérito – o troço é bom pra cacete!

Toda essa explicação sobre o aniversário, os cookies e o presente foi só pra chegar neste ponto: sempre que faço cookies me lembro das mesmas coisas, clássicas, mas que só me vêm à mente quando se dá o início do preparo da receita, as quais enumero a seguir…

Em casa:

1.Nunca tenho todos os ingredientes desta receita em casa!

2.Esse fermento tá na validade? Deixa eu ver se ele ‘ferve’…

3.Essa quantidade de farinha… Será que dá? Melhor comprar um pacote.

No mercado:

4.Essa manteiga tem sal? Na embalagem não diz nada!

5.Farinha especial ou comum?

Com a mão na massa:

6.Vou bater a massa à mão, fica muito melhor que na batedeira!

7.Se essa barrinha de manteiga tem 200g, 130g é mais ou menos aqui – deslizando a faca enquanto divago sobre o local do corte.

8.Nossa! Baunilha tem um cheiro tão bom… E um gosto tão ruim!

9.A farinha dava!

10.Ah, minha tendinite! Por que eu não usei a batedeira? Que frescura!

Colocando os cookies ainda crus na assadeira:

11.Será que terão gotas de chocolate em todos eles?

Colocando a 4ª fornada de cookies ainda crus na assadeira:

12.Essa massa não acaba?

Depois de prontos e frios:

13.Nossa, valeu o sacrifício!

14.Fica feio dar os cookies no vidro que é dela que tá aqui em casa?

15.Precisa embrulhar?

16.Será que dá pra ganhar dinheiro fazendo isso?

17.Preciso de um Dorflex…

Written by Guilherme Ribeiro

23/07/2009 at 18:50