Guilherme Ribeiro

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Archive for the ‘assuntos internos’ Category

#morandosozinho

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E não é que, depois de mais de dois anos, o bom filho – à própria casa – torna?
Própria casa mesmo! Explico: venho aqui dividir com vocês minha mais recente iniciada experiência: morar sozinho…

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Written by Guilherme Ribeiro

31/10/2012 at 20:54

Eu comento! Tu comentas? Ele comenta…

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Você sabe por que devemos deixar comentários nos blog’s por onde passamos? Descubra aqui.

Já fez um comentário hoje?Se você chegou até aqui e lê agora estas palavras é por que tem acesso à magnífica rede mundial de computadores, a internet! Mais do que isso, sabe que este site que você – graças à Deus! – continua lendo é um blog que você acessou após ser vítima de mais uma das minhas newsletters – cuja finalidade é divulgar este novo projeto ao qual me engajei – ou que apenas encontrou no Google após executar uma busca por um tema do seu interesse.

Dadas as circunstâncias e os fatos, vamos à pergunta da vez. Responda rápido e sinceramente: quantos comentários você já deixou em blogs? Quantas vezes você dividiu sua opinião com o autor daquilo que acabou de ler, seja sobre o assunto abordado, seja sobre a forma como ele o fez?

Pois é, meu caro. Se soubesses como os comentários são importantes… Os comentários são a motivação, o gás que o blogueiro precisa pra continuar, são os empurrões que ele precisa para melhorar, ou, nos casos mais tristes, o puxão à realidade que motiva – com razão – um blogueiro sem futuro a desistir de escrever e partir pra outra! [Rs…]

Brincadeiras à parte, comentários são de fato sempre bem-vindos, e as respostas a eles, também. Acredito que faz parte do protocolo agradecer o comentário, mostrar que realmente se importa com o tempo dispensado a você pela pessoa que leu e comentou – juro que sou muito grato a todos que leram, mais ainda aos que comentaram e nenhum pouco aos que nem leram e nem comentaram! [Rs… x2]

Brincaderias à parte – de novo -, outra prática comum é a troca de comentários. O autor/dono de um blog entra no blog de outro, lê algo e comenta – deixando lá o link do seu blog. O outro faz o mesmo no blog do um.

Sou a favor dessa prática, desde que os comentários sejam reais ou sinceros, estejam relacionados com o tema e que principalmente sejam feitos num post encontrado por meio de pesquisa acerca do tema, ou seja, uma descoberta aleatória tipo a “Estou com sorte!” do Google, mas sem aquele quê de mera publicidade…

Não estou aqui querendo sensibilizar ninguém nem implorando para que você, leitor, comente meus textos.

Mas também não posso negar que um comentário recebido, mesmo que pareça ser uma coisa simples e banal diante de tanta informação disponível e coisas acontecendo ao mesmo tempo nessa rede desenfreada, de fato tem um grande peso para quem recebe – mesmo que não seja positivo!

É, ao contrário do que dizem, críticas são sim bem-vindas. Penso que toda crítica é construtiva e por sê-la, abre espaço para que melhorias, novos rumos e objetivos sejam pensados, almejados e – com sorte – alcançados!

Por isso, sempre que sentir que algo deve ser dito sobre o que está lendo, diga!

Ah, sugestões de assuntos também são bem-vindas!

Abraço!

Written by Guilherme Ribeiro

27/07/2009 at 20:42

Córnea mansa

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Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, muda a roupa de cama
Eu tô voltando…

Aqui estou, de novo e de volta.

“Estou”, né?

Entre aspas porque não voltei inteiro. Deixei no Hospital São Paulo minha córnea, minha segunda córnea, na verdade.

Estou pró já nesse lance de transplante, e após a primeira tentativa em 23/04, mal-sucedida por conta da alergia e da até então inevitável rejeição, acho que agora vai!

A visão já está clareando, mas como antes, cansa rápido. A sensibilidade à luz já está diminuindo, mas ainda não dispenso os óculos escuros, mesmo dentro de casa…

Essa segunda cirurgia, realizada em 14/07 teve um quê de espetáculo. Muito engraçado toda a equipe em volta de mim no pós-operatório, ouvindo a professora e chefe do ambulatório fazendo observações, comparações, e recomendações; e ao mesmo tempo mantendo ávida atenção ao monitor preso à parede que exibia em tempo real as imagens que ela via através daquele aparelho que os oftalmologistas utilizam o tempo todo e que eu nunca soube o nome…

É engraçado pensar sobre os transplantes. A grosso modo, a inviolabilidade do meu corpo, a harmonia do meu universo, a minha corrente enérgica enquanto organismo vivo e pulsante e todos esses papos-cabeça meio hipponga – que fazem sentido – foram quebradas!

As pessoas me perguntam como é ter o órgão de outra pessoa instalado em você. Querem que eu diga qual é a sensação de saber que aquele pedacinho de matéria que agora tanto me é necessário já pertenceu a outro alguém, e que esse alguém obviamente já está morto…

Eu vos digo. A complexidade desses fatos, fatores e de toda essa questão psico-filosófica se resume numa única e exclusiva palavra:

NADA!

Hahahahahahah, verdade! Nada muda!

Além dos meus anticorpos e suas eternas brigas com os alérgenos e etc. todo o resto do meu corpo não faz a menor idéia de que aquilo – a córnea – não é meu,  e meu psicológico sabe bem, mas nem liga.

Não pesquisei sobre este assunto pra saber como as outras pessoas que foram submetidas à transplantes de córnea ou mesmo de outros órgãos se sentem – nem pretendo pesquisar -, mas sei que o que muda de pessoa pra pessoa está basicamente atrelado a um dos inúmeros fatores que tornam cada ser humano único e inimitável: sua visão sobre e sua relação com o mundo e tudo que nele há. O que ela já sentia/pensava é o que deve determinar como ela se sentirá/pensará sobre essa situação, igual a tudo o que acontece com todo e qualquer ser humano. É… É basicamente uma questão filosófica…

Ah, cansei desse papo cabeça sem pé nem cabeça.

O que importa mesmo é a fé que que boto nessa córnea e na vontade de que minha alergia goste dela – ou ao menos aceite-a, mesmo sem gostar – desta vez; e que eu continuo na onda da Simone:

Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando

Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando

Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltando

Dá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!

[Música de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós]

Written by Guilherme Ribeiro

22/07/2009 at 13:32

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[RE]Começo.

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Não é de hoje que estou pra retomar as atividades em blogs. E como em todas as outras vezes, resolvi [re]começar do zero!

Novo blog, novo nome, novo formato, servidor… Tudo novo!

Espero que não seja este mais um dos que abandonei, recheados de bons posts, bons rascunhos que não viraram posts e de milhões de boas idéias que nem rascunho chegaram a ser…

Ainda não sei que rumo tomar com esse blog. A única coisa que sei é que preciso externar tudo o que se passa em minha mente ao mesmo tempo e de forma desordenada.

Gosto da idéia de falar sobre Responsabilidade Sócioambiental e demais assuntos relacionados às práticas pró meio-ambiente. Também gosto de falar sobre carros, sobre assessoria de imprensa, sobre música, sobre a vida [a minha e a dos outros, claro!]…

Mais do que qualquer um dos temas, gosto de falar sobre todos eles num mesmo blog, de forma ainda desordenada e desconexa, até que num dia qualquer dessa vida eu perceba o que realmente quero fazer dela…

O que eu sei da vida até agora é que acabo de passar para o 4º semestre de Jornalismo, trabalho – não na área, ainda, por motivos de força maior  -, fui submetido a um transplante de córnea por conta do Ceratocone em estágio avançado – eis aí o tal motivo de força maior -, sei também que estou seguro quanto à questão da não obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão – eu me garanto mesmo! – e que, pra finalizar, o motivo de força maior cresceu: preciso refazer o transplante!

Não posso dizer mais nada, nem quero. Não estou em condições de fazer planos, não sei como srá minha vida daqui a cinco anos, seis meses, vinte e três dias e duas horas… Tudo o que tenho são idéias, esboços opacos.

Considero-me bem-vindo ao [re]começo da prática de escrever!

Written by Guilherme Ribeiro

27/06/2009 at 18:49