Guilherme Ribeiro

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De bubuia no flutuante

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Flutuante EcoLazer III

A manhã foi de ressaca braba, bravamente enfrentada no café da manhã – brincando de alquimia com os sucos de frutas locais na tentativa de descobrir a cura desse mal. Sem sucesso, me rendi à tradicional Coca-Cola.

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Written by Guilherme Ribeiro

05/08/2017 at 23:22

Uma noite manauara

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A segunda sexta-feira em Manaus, como da primeira, foi de happy hour no Eldorado – essa sexta, aliás, teve motivo especial para a comemoração: além de mim, que completou 31 anos na quarta-feira, o dia seguinte era aniversário do colega de SP que por acaso encontrei trabalhando no mesmo projeto.

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Written by Guilherme Ribeiro

05/08/2017 at 03:13

Tacacá com tucupi

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Sábado ressacudo pós happy hour no Eldorado, de muita preguiça – tamanha a ponto de abrir mão do café da manhã do hotel, servido até às dez.

Depois de almoçar, cedo, para compensar a refeição perdida, saí para uma caminhada no entorno. Na Praça São Sebastião, defronte ao Teatro Amazonas, curti a sombra. Sondei a programação da casa, prometi voltar na terça, dia de apresentação gratuita…

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Written by Guilherme Ribeiro

29/07/2017 at 22:08

Publicado em _culinária, _viagem

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Tucumã

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tucumã.JPG

 

Na rua logo atrás do hotel descobri um pequeno restaurante, de fachada tímida, mas que me pareceu aconchegante. Vitrine do Açaí era o nome, cujo banner logo à porta prometia culinária regional.

Era minha primeira noite em Manaus, então considerei  a oportunidade de conhecer algum lugar que considerasse limpo e agradável para “me fixar”. Virou praticamente minha cozinha, já que o hotel não oferecia estrutura aos hóspedes (com microondas, fogão, etc., como nos hostels).

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Written by Guilherme Ribeiro

26/07/2017 at 21:45

Os amigos e os cinco estágios da carreira…

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Andei pensando (e lendo, inclusive) bastante sobre carreira ultimamente. Nessas, encontrei um texto interessante do Max Gehringer que gostei. Apenas para compartilhar… Segue:

Existem cinco estágios em uma carreira.

O PRIMEIRO ESTÁGIO é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No SEGUNDO ESTÁGIO, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor do contas a pagar.

No TERCEIRO ESTÁGIO, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. Heitor do banco tal.

No QUARTO ESTÁGIO, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, diretor do banco tal.

Finalmente, no QUINTO ESTÁGIO, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como “o meu amigo Heitor, diretor do banco tal”. Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra a sua vontade, em “amigo profissional”.

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional. Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro. Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isto que, hoje, chamamos de networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.

Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles que fizemos quando amizade ainda era coisa de amadores.

Max Gehringer

Abraço!

Written by Guilherme Ribeiro

20/07/2014 at 17:30

Irresponsabilidade socioambiental

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Confesso que nunca vou entender os designers e seus fiéis – e estranhos – apreciadores… Tudo bem valorizar a criação intelectual, premiá-la e, claro, vendê-la. Mas daí até cobrar r$ 1700 por uma cadeira feita de garrafas PET há todo um longo, quiçá estúpido, caminho.

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Written by Guilherme Ribeiro

03/11/2012 at 23:57

#morandosozinho

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E não é que, depois de mais de dois anos, o bom filho – à própria casa – torna?
Própria casa mesmo! Explico: venho aqui dividir com vocês minha mais recente iniciada experiência: morar sozinho…

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Written by Guilherme Ribeiro

31/10/2012 at 20:54