Plantão médico
Saúde de qualidade? Reportagem avalia o atendimento médico emergencial dos hospitais Antonio Giglio [municipal] e Regional [estadual] em Osasco.
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Ao entrar pela porta da frente, certamente o cidadão desavisado será barrado e orientado a dirigir-se à entrada lateral – durante o dia – ou à entrada para casos emergenciais. A porta localizada na fachada do Hospital Dr. Vivaldo Martins Simões – conhecido como Hospital Regional de Osasco – é destinada apenas a funcionários. [leia mais]
A turma do Maurício
Em comemoração aos 50 anos de carreira de Maurício de Sousa, acontece até terça-feira [18/08] no MuBE uma exposição que reúne em detalhes vida e obra do autor e de todas as suas personagens, além de muitas curiosidades e objetos históricos.
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A data em que se iniciou essa jornada de sucesso é marcada pela publicação em 18/07/1959 de sua primeira tirinha [à direita] no extinto jornal Folha da Manhã, atual Folha de S. Paulo – antes de se lançar nos quadrinhos, Maurício de Sousa trabalhara como repórter policial por 5 anos no mesmo jornal.
Com curadoria de Jacqueline Mouradian, o espaço foi organizado de modo que os visitantes acompanhem em ordem cronológica – dividida em décadas – os fatos marcantes da trajetória deste que é considerado o maior desenhista/cartunista brasileiro, sendo por muitos chamado de “o Walt Disney brasileiro”. Entre eles: primeiras capas, produções para o teatro e cinema – este último com sessões de exibição gratuitas -, sátiras, linha de produtos de merchandising, prêmios conquistados em todo o mundo, e o principal: as personagens em seus mínimos detalhes como data de criação, inspiração, modificações estéticas, etc…
Ao contrário do que muitos pensam, a primeira personagem por ele criada foi o simpático e azul cãozinho Bidu, sempre acompanhado de seu dono Franjinha – que à época era rechonchudo, bem diferente do atual. Já Mônica, personagem central de toda sua obra e inspirada em sua própria filha, surgira somente em 1963 – à mesma época que Cebolinha, Cascão, Magali… Detalhes sobre figuras não tão populares quanto a própria Turma, como o Capitão Feio, o Louco e a Turma do Rolo também estão presentes.
Um dos objetos expostos que mais chama a atenção dos visitantes é o Sansão, o coelhinho da Mõnica! O verdadeiro, porém não o orginal: o primeiro coelhinho, presente de sua madrinha, era amarelo e feito de palha, mas foi perdido pouco tempo depois. O coelhinho dos quadrinhos, cujo nome fora escolhido por meio de um concurso cultural realizado em 1983 foi restilizado, tornando-se azul. Pouco tempo depois, ao comparecer a um programa de TV acompanhada do pai, Mônica foi presenteada com o coelhinho de pelúcia da foto – que está monitorado contra Cebolinha 24h por dia, sujeito à coelhadas!
Outro ambiente interessante da exposição é o que compõe a ala História em Quadrões, onde podem ser vistas as releituras de telas consagradas como Mona Lisa e A Última Ceia, ambas de DaVinci – em suas versões Mônica Lisa e A Última Janta, respectivamente -, pintadas à mão pelo próprio Maurício de Sousa e que fazem parte do projeto iniciado por ele na década de 80 que visa atrair para a visitação de museus o público infantil. Também estão presentes releituras de famosas esculturas como David, de Michelângelo.
Ao fim do passeio, os visitantes podem brincar com jogos da linha Turma da Mônica, além de adquirir brinquedos e revistas na lojinha. E mais: andando pelo amplo terreno do MuBE é possível encontrar estacionado o ônibus do projeto Biblioteca Móvel, da Viação Itapemirim, que já percorreu mais de 72 mil km em 18 estados brasileiros, levando leitura e cultura aos quatro cantos do Brasil.
Para a exposição ‘Maurício de Sousa 50 anos’, as prateleiras do ônibus do projeto foram todas abastecidas de gibis e revistas da Turma, que podem ser lidas por todos os visitantes, de todas as idades.
Para ver mais fotos da exposição, personagens originais e releituras das obras, clique aqui.
Para saber mais sobre endereço e horário de funcionamento do museu, clique aqui.
Digitalização…
Graças à internet, o mundo está cada vez mais acessível, moderno e rápido. Mas quem consegue se manter ativo em todas as ferramentas da web ao mesmo tempo? Com grande crescimento em número de serviços e usuários, a vida virtual vem tornando-se cada vez mais movimentada, e complicada!
Enviar e receber e-mails, conversar instantaneamente por texto, voz ou vídeo, compartilhar fotos, músicas, listas, idéias, textos, preferências, piadas, vídeos e até mesmo saciar a curiosidade alheia, dizendo o que você anda fazendo durante o dia… É difícil conhecer uma pessoa que não seja usuária de pelo menos um dos inúmeros recursos e serviços hoje disponíveis na rede. Ao longo da última década foi notável o aumento no número destas ferramentas, e tal fator foi ao mesmo tempo que em partes motivado, motivador do crescimento do número de pessoas com acesso à internet: os chamados internautas somam hoje mais de um bilhão em todo o globo – em 2002 eram 563 milhões.
Segundo dados de uma pesquisa encomendada pela Google à Netpop Research, o acesso à internet no Brasil ainda detém maior expressividade em ferramentas on-line mais simples e populares como o e-mail [90%], os serviços de busca e pesquisa [89%] e de mensagens instantâneas [67%]; apesar disso, o país registra o primeiro lugar mundial em horas de navegação/usuário, com média de 44h59m para o mês de junho/2009 – considerados todos os usuários com algum tipo de acesso, seja em casa, no trabalho, lanhouses, bibliotecas, etc., que segundo estimativas do Ibope já atingem a marca de 62,3 milhões de pessoas [aprox. 32% da população] – nos EUA, os internautas somam 300 mi [aprox. 75% da população].
O Brasil pode ser considerado contraditório se compararmos todas as estatísticas: embora seja o país em que as pessoas fiquem mais tempo on-line, a quantidade de pessoas com acesso ativo em domicílio ainda é baixo: pouco mais de 13% [25,6 milhões]. Isso não impede, por exemplo de também pertencer ao Brasil o primeiro lugar em número de membros no Orkut. Mais de 50% de todos os usuários do mundo são brasileiros – isso explica até o porquê de tantas pérolas… Esta tomada do Orkut fez com que usuários de outros países se vissem obrigados a deixá-lo. Por encontrarem somente conteúdo dirigido aos brasileiros – e em português – muitos migraram para outras redes sociais. esse fato ficou conhecido como o “Brazilian Takeover“.
Foi-se o tempo em que as fotos de uma festa demoravam meses para que fossem vistas por todos os que nela estavam presentes. Hoje, com ferramentas como o Flickr ou o Picasa, em minutos é possível baixá-las em seu computador ou apenas conferi-las virtualmente – adeus filmes e revelações!
Longas conversas hoje podem acontecer por serviços como o MSN Messenger, o GoogleTalk ou o Skype, e vão além do telefone, pois além de serem gratuitos – independente da distância – e de oferecer ótima qualidade de voz, permitem conversar até mesmo por vídeo, fazendo os filmes de ficção científica já não tão mais surpreendentes.
Filas em bancos? Seria cruel se não fosse verdade, mas está deixando de ser realidade para tornar-se apenas um hábito dos aposentados e pensionistas. É comum hoje realizar o pagamentos de contas, transferências, recarga de celulares e até a aquisição de investimentos, capitalização e títulos de previdência privada por meio do netbanking – ou banco on-line, para simplificar.
O jornal de papel, por muitos considerado caro e trabalhoso de manusear, em sua versão on-line oferece tudo em tempo real de modo prático, rápido e gratuito.
A princípio, é a isso que a internet se propõe, facilitar a vida, encurtar distâncias e tornar a vida mais simples.
Estar em todas
Mas, e quando a vida on-line, ao invés de simplificar o dia-a-dia, começa a ficar insustentável?
Não é exagero… Muitos são os fatores que levam pessoas a inscreverem-se em serviços como o Twitter ou Orkut – inclusão em determinado círculo ou rede social, anseio por novas tecnologias e até curiosidade motivada por repercussão de fatos ligados a eles na mídia geral -, e depois assumirem-se viciadas, alegando que o frequente acesso à estas e outras ferramentas acaba por atrapalhar até mesmo sua rotina de trabalho ou estudo. Em pesquisa realizada no site Enquetes.com.br, de um total de 181 entrevistados, 74,6% deles se consideram viciados em internet. E isso ainda é só o começo…
É tênue a linha entre entretenimento e vício quando falamos em internet. Muitas pessoas ficam simplesmente desesperadas quando se vêem sem acesso à rede por motivos alheios à sua vontade como as frequentes quedas de conexão do Speedy, por falta de energia elétrica [!] ou por ter o computador quebrado/em manutenção.
Outra coisa que costuma perturbar os internautas mais ativos – aqueles que “estão em todas da web” e geralmente te acesso à internet em casa e por meio de banda larga – é a incessante necessidade de atualizar suas ferramentas on-line. Colocar novas fotos em seus álbuns virtuais, participar ativamente das comunidades que é membro nas redes sociais, postar novos textos em seus blogs, compartilhar tudo o que viu de interessante, etc… Com o tempo, torna-se uma obrigação.
Mudança de hábitos
A internet trouxe consigo um novo modo de vida, bem diferente dos padrões de alguns anos atrás. Segundo Naomi Baron, professora de linguística na American University e autora de trabalhos acadêmicos sobre a interferência da tecnologia na vida cotidiana, “a rotina diária costumava envolver acordar, ir ao banheiro, escovar os dentes e depois apanhar o jornal, mas agora aquilo que fazemos primeiro mudou dramaticamente. E completa: “Eu mesma sou a primeira a admitir: quando acordo, a primeira coisa que faço é verificar meu e-mail”.
Podemos considerar isto um problema ainda maior se pensarmos que novos hábitos surgem em detrimento de outros: empresas que prestam serviços de conexão à Internet registraram aumento de 50% no tráfego de dados em horários antes tranqüilos, entre 7h e 10h da manhã, horários estes que antes eram usados em larga escala para a prática de atividades físicas, passear com o cachorro, etc…
Mãozinha virtual
Aos que estão “em todas da web” fica a dica: existem atualmente ferramentas que ‘organizam’ sua vida virtual. Sites como o MeAdiciona reúnem numa só página – que a seu critério pode ser ou não pública – suas ID’s dos serviços de mensagens, links para seus perfis em redes sociais, e de compartilhamento de arquivos, endereços dos seus blog, etc…
Já o Netvibes e o iGoogle permitem que você crie uma página com todos os serviços que deseja ver atualizados durante o dia: dá pra saber se chegaram novos e-mails, ver sua agenda, previsão do tempo e muito mais…
Outra opção são os emuladores de conversas instantãneas como o Meebo, que reúnem todos os seus contatos de todos os programas em uma só página – e conversar com todos eles ao mesmo tempo.
É, a digitalização pegou mesmo… Dia desses descobri que minha avó está no Orkut!
AVISO: Este não é um post pago [não foi encomendado/remunerado pelas empresas nele citadas].
Apenas as opiniões aqui expressas são de responsabilidade do[s] autor[es]. Não nos responzabilizamos pela disponibilidade e/ou qualidade dos serviços e produtos aqui mencionados.
Araçariguama, Dona Elza, Gérsão e mais sobre apreensão de veículos…
Dizem que desgraça pouca é bobagem – e que coisas ruins nunca vêm sozinhas. Posso afirmar que ambas as afirmações são verdadeiras!
Semana passada fui socorrer um amigo cujo carro havia sofrido uma pane em pleno Rodoanel. Bom, pelo menos tentei, porque a Polícia Militar Rodoviária, no eficiente exercicío de sua função de zelar pela segurança dos motoristas chegou antes, e é aí que começa toda a história…
Com o intuito de verificar o ocorrido – e se necessário solicitar a remoção do veículo por meio de guincho fornecido gratuitamente¹ pela CCR, – os policiais que o atenderam fizeram uso de outra de suas atribuições zeladoras, mas desta vez para com o Estado: fiscalizar se motoristas e veículos estão em dia com suas obrigações legais, normativas e tributárias. Manutenção preventiva de luzes ou do estepe, validade do extintor, IPVA, DPVAT… Tantas são as coisas para se preocupar no carro que vez ou outra uma delas acaba por passar desapercebida, e para o azar do meu amigo, seu carro estava sem o Licenciamento pago… Desde 2007!
¹Graças à cobrança de pedágio!
É, desgraças de fato apreciam companhia… Motor quebrado e carro apreendido, foram fazer companhia uma para a outra no pernoite no pátio do Posto da Polícia do km 13 – o carro seria encaminhado no dia seguinte para o pátio apropriado. Na verdade, é aqui que começa essa história...
Semana seguinte, pagam-se multa recente e licenciamentos antigos, emite-se CRLV em dia… A partir deste ponto, sinta-se à vontade para desfrutar de toda a paisagem que só a viagem até o Pátio de Recolhimento de Veículos em Araçariguama, no km 44 da Rodovia Castello Branco pode lhe oferecer!
Dica: não esqueça de fazer uma pausa para
conhecer o pedágio de Itapevi.
Ótima pedida, localizado no Km 33, por apenas r$11,20!
Ao chegar no pátio por uma estrada vicinal, daquelas que levantam pouco pó, econtramos em frente a uma imensa plantação de hortaliças um local limpo, bem organizado e com boa infra-estrutura: sanitários, iluminação adequada, bebedouro, cadeiras para espera e um telefone público que não funciona – é, nada é perfeito. Descobri por intermédio do Cabo Edson, homem simpático e sorridente, responsável pelo atendimento em fila única para liberação dos veiculos, que a coisa lá era organizada porque o pátio era fruto de uma PPP, a empresa GP Service administra o local e é responsável por todas as operações de cunho técnico, e o DER – Departamento de Estradas de Rodagem -, pela famigerada burocracia.
Num dos cantos, com fala mansa e serena, Dona Elza sacia minha curiosidade e conta que o livro que lia com tanto afinco era de autoria do Pastor Silas Malafaia. Aos desavisados como eu e meu amigo, que não sabiam que o atendimento no pátio é suspenso no horário de almoço, ela vende guloseimas, salgadinhos, sucos e refrigerantes diaria e ininterruptamente das 10h30 às 17h, e explica com a voz mansa: “Já venho almoçada…”
Calculadas as devidas importâncias referentes ao guincho –
r$136,46 mais r$4,43 por quilômetro rodado para veículos de passeio – e às diárias do pátio, voltamos à Castello Branco, desta vez para o km 50, onde, no centro da cidade uma agência dos Correios se vale de agência bancária. Claro que se não tivesse fila não seria a mesma coisa!
Tudo pago, Castello Branco, retorno, km 44, de prontidão frente ao pátio oaguardando a chegada do guinho contratado para levar o carro – o motor pifou, lembram-se?
Nem preciso falar sobre o guincho, né? Devidamente agendado para às 12h mas afim de contribuir para a onda de diversões do dia, Gérsão, o guincheiro chegou pontualmente às 13h30.
Veículo liberado, suspenso e amarrado. Castello Branco, a 70 km/h! “Velocidade de segurança”… É, para que o guincho contratado às cegas e em excelente estado de conservação não desmontasse!
Eu comento! Tu comentas? Ele comenta…
Você sabe por que devemos deixar comentários nos blog’s por onde passamos? Descubra aqui.
Se você chegou até aqui e lê agora estas palavras é por que tem acesso à magnífica rede mundial de computadores, a internet! Mais do que isso, sabe que este site que você – graças à Deus! – continua lendo é um blog que você acessou após ser vítima de mais uma das minhas newsletters – cuja finalidade é divulgar este novo projeto ao qual me engajei – ou que apenas encontrou no Google após executar uma busca por um tema do seu interesse.
Dadas as circunstâncias e os fatos, vamos à pergunta da vez. Responda rápido e sinceramente: quantos comentários você já deixou em blogs? Quantas vezes você dividiu sua opinião com o autor daquilo que acabou de ler, seja sobre o assunto abordado, seja sobre a forma como ele o fez?
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Pois é, meu caro. Se soubesses como os comentários são importantes… Os comentários são a motivação, o gás que o blogueiro precisa pra continuar, são os empurrões que ele precisa para melhorar, ou, nos casos mais tristes, o puxão à realidade que motiva – com razão – um blogueiro sem futuro a desistir de escrever e partir pra outra! [Rs...]
Brincadeiras à parte, comentários são de fato sempre bem-vindos, e as respostas a eles, também. Acredito que faz parte do protocolo agradecer o comentário, mostrar que realmente se importa com o tempo dispensado a você pela pessoa que leu e comentou – juro que sou muito grato a todos que leram, mais ainda aos que comentaram e nenhum pouco aos que nem leram e nem comentaram! [Rs... x2]
Brincaderias à parte – de novo -, outra prática comum é a troca de comentários. O autor/dono de um blog entra no blog de outro, lê algo e comenta – deixando lá o link do seu blog. O outro faz o mesmo no blog do um.
Sou a favor dessa prática, desde que os comentários sejam reais ou sinceros, estejam relacionados com o tema e que principalmente sejam feitos num post encontrado por meio de pesquisa acerca do tema, ou seja, uma descoberta aleatória tipo a “Estou com sorte!” do Google, mas sem aquele quê de mera publicidade…
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Não estou aqui querendo sensibilizar ninguém nem implorando para que você, leitor, comente meus textos.
Mas também não posso negar que um comentário recebido, mesmo que pareça ser uma coisa simples e banal diante de tanta informação disponível e coisas acontecendo ao mesmo tempo nessa rede desenfreada, de fato tem um grande peso para quem recebe – mesmo que não seja positivo!
É, ao contrário do que dizem, críticas são sim bem-vindas. Penso que toda crítica é construtiva e por sê-la, abre espaço para que melhorias, novos rumos e objetivos sejam pensados, almejados e – com sorte – alcançados!
Por isso, sempre que sentir que algo deve ser dito sobre o que está lendo, diga!
Ah, sugestões de assuntos também são bem-vindas!
Abraço!
A gente faz do seu jeito…
Tendência, a exclusividade fruto da personalização de itens de consumo ao gosto do consumidor vem ganhando cada vez mais adeptos e conquistando espaço no dia-a-dia.
É bem provável que você já tenha alterado as características originais de uma peça de roupa antiga, de um objeto qualquer ou mesmo a aparência de algum gadget como telefone celular ou iPod, mas e se mais objetos pudessem ter a sua cara? Melhor ainda: e se estes objetos viessem com a sua cara direto da fábrica, novinhos em folha?
Isso já é possível… Uma infinidade de produtos hoje podem ser comprados exatamente como deseja – com maior ou menor número de características alteráveis, é claro, mas todas a seu gosto! E com a internet, essa gama de itens vem aumentando em número de opções e adeptos.
O Kmisetas oferece aos clientes a possibilidade de escolher a cor e o corte da camiseta – básica, regata, baby look ou infantil – além, é claro, de permitir que o usuário monte sua camiseta com um ou dezenas de fotos/imagens salvas no computador ou disponibilizadas na galeria de imagens do site, podendo ainda redimensioná-las e posicionar a seu gosto. Detalhe: podem também ser inseridas imagens nas costas.
Os preços variam entre r$ 20 e r$ 30 – de acordo com a cor, quantidade encomendada e outros critérios – sem o valor do frete.
Do mesmo segmento mas com preços mais salgados – começando em r$ 29 -, o site Camisetas da Hora oferece o diferencial de permitir ao cliente selecionar o local – ou os locais – onde serão impressas as estampas – inclui opções até para as mangas! -, mas não é possível redimensionar ou posicionar a seu modo a foto ou imagem enviada. Oferece também galeria com muitas opções de modelos prontos.
Já o Fábrica de Relógios é uma prato cheio para os amantes da customização. No site é possível selecionar para o fundo do mostrador uma imagem entre as centenas – talvez milhares – organizadas por temas, ou como no caso das camisetas, fazer upload de uma imagem ou foto a partir de seu computador, além de escolher o formato e material da caixa do relógio e o tipo e cor da pulseira – são mais de 30 opções entre aço, borracha, couro [com ou sem textura ou revestimento em tecido] e silicone, variando de acordo com a caixa escolhida.
Pra finalizar, até o formato e cor da embalagem onde o produto vem acondicionado – tornando-se ótima pedida para presentear – podem ser escolhidas!
Os preços vão de r$ 110 a r$ 150 para a linha adulto; o modelo infantil custa r$ 59 – não inclusos os custos de envio.
Outra boa – e mais barata – opção para presente são as canecas da Loja das Canecas. No site o cliente pode inserir texto ou uma imagem horizontal ou vertical para ser impressa na caneca. As opções de personalização são poucas, mas é um prato cheio para os apaixonados por canecas. Cada caneca custa r$ 19,90 sem o frete.
A gama de produtos personalizáveis não para por aí. Procurando pela internet é possível encontrar empresas que ofereçam aos clientes serviços de customização em almofadas, mousepad’s, calendários, toalhas, aventais, quebra-cabeças, adesivos, cinzeiros, cadernos, bolsas, mochilas, estojos, pratos de cerâmica, baralho… É personalização que não acaba mais!
Ou faça você mesmo!
Grandes marcas têm aderido à moda da personalização de seus produtos de uma maneira um pouco diferente: trata-se do conceito “Do it yourself” ou em bom português, “Faça você mesmo”. Lançadas geralmente em edições especiais – raras e caras! – estes produtos tornam-se rapidamente objeto de desejo de colecionaadores e fashionistas de plantão. É o caso do Adidas W1 Adicolor, edição especial do modelo mais vendido da marca das três listras, que com tiragem de apenas 1000 unidades pode custar até US$ 500! Vem em embalagem de luxo para que o dono pinte o sete com as 7 bisnagas de tintas coloridas, pincel e paleta.
Segundo psicólogos e demais estudiosos de temas ligados a sociedade e comportamento, essa tendência à personalização representa uma clara vontade – ou até mesmo necessidade – de que cada ser tem de se sentir único em meio a tanta mesmice.
A padronização estética e sua quase sempre presente superficialidade levam os consumidores a valorizar o destaque ganho com peças de vestuário ou demais objetos que se sobressaiam em meio à multidão.
A norte-americana Ray-Ban e a italiana Fendi também já se valeram da novidade com kits customizáveis como o Ray-Ban Wayfarer Colorize Kit e o Fendi Artist Baguette, respectivamente.
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O primeiro trata-se de uma reedição do modelo mais famoso da marca – preço não disponível. O segundo, da famosa bolsa lançada em 1997, que pode ser seu pela bagatela de US$ 1.300 – bem além dos já salgados preços da marca.
Ambos vem na cor branca com canetinhas permanentes coloridas.
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É, parece que o conceito de fazer do seu jeito vai agora bem além da quantidade de queijo no seu sanduíche…
AVISO: Este não é um post pago [não foi encomendado/remunerado pelas empresas nele citadas].
Apenas as opiniões aqui expressas são de responsabilidade do[s] autor[es]. Não nos responzabilizamos pela disponibilidade e/ou qualidade dos serviços e produtos aqui mencionados.
Córnea mansa
Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, muda a roupa de cama
Eu tô voltando…
Aqui estou, de novo e de volta.
“Estou”, né?
Entre aspas porque não voltei inteiro. Deixei no Hospital São Paulo minha córnea, minha segunda córnea, na verdade.
Estou pró já nesse lance de transplante, e após a primeira tentativa em 23/04, mal-sucedida por conta da alergia e da até então inevitável rejeição, acho que agora vai!
A visão já está clareando, mas como antes, cansa rápido. A sensibilidade à luz já está diminuindo, mas ainda não dispenso os óculos escuros, mesmo dentro de casa…
Essa segunda cirurgia, realizada em 14/07 teve um quê de espetáculo. Muito engraçado toda a equipe em volta de mim no pós-operatório, ouvindo a professora e chefe do ambulatório fazendo observações, comparações, e recomendações; e ao mesmo tempo mantendo ávida atenção ao monitor preso à parede que exibia em tempo real as imagens que ela via através daquele aparelho que os oftalmologistas utilizam o tempo todo e que eu nunca soube o nome…
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É engraçado pensar sobre os transplantes. A grosso modo, a inviolabilidade do meu corpo, a harmonia do meu universo, a minha corrente enérgica enquanto organismo vivo e pulsante e todos esses papos-cabeça meio hipponga – que fazem sentido – foram quebradas!
As pessoas me perguntam como é ter o órgão de outra pessoa instalado em você. Querem que eu diga qual é a sensação de saber que aquele pedacinho de matéria que agora tanto me é necessário já pertenceu a outro alguém, e que esse alguém obviamente já está morto…
Eu vos digo. A complexidade desses fatos, fatores e de toda essa questão psico-filosófica se resume numa única e exclusiva palavra:
NADA!
Hahahahahahah, verdade! Nada muda!
Além dos meus anticorpos e suas eternas brigas com os alérgenos e etc. todo o resto do meu corpo não faz a menor idéia de que aquilo – a córnea – não é meu, e meu psicológico sabe bem, mas nem liga.
Não pesquisei sobre este assunto pra saber como as outras pessoas que foram submetidas à transplantes de córnea ou mesmo de outros órgãos se sentem – nem pretendo pesquisar -, mas sei que o que muda de pessoa pra pessoa está basicamente atrelado a um dos inúmeros fatores que tornam cada ser humano único e inimitável: sua visão sobre e sua relação com o mundo e tudo que nele há. O que ela já sentia/pensava é o que deve determinar como ela se sentirá/pensará sobre essa situação, igual a tudo o que acontece com todo e qualquer ser humano. É… É basicamente uma questão filosófica…
Ah, cansei desse papo cabeça sem pé nem cabeça.
O que importa mesmo é a fé que que boto nessa córnea e na vontade de que minha alergia goste dela – ou ao menos aceite-a, mesmo sem gostar – desta vez; e que eu continuo na onda da Simone:
Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltandoDá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltandoFaz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltandoDá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!
[Música de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós]
[Des]Diplomacia?
Polêmica, a decisão do STF que julgou inconstitucional a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista dividiu opiniões e abriu espaço para novas discussões.

- Selo da campanha da FENAJ
Muito já se falou – e com certeza será falado – a respeito do recurso extraordinário [RE 511961] que deu provimento à causa impetrada pelo SERTESP – Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo – em conjunto com o Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma para a prática do jornalismo. O julgamento ocorrido no dia 17/06/09 foi várias vezes adiado e motivou uma série de protestos, campanhas e mobilizações em meio à classe diretamente afetada bem como na sociedade em geral.
A maior preocupação dos atuais ou futuros jornalistas, formados ou em vias de, portadores do MTB – registro profissional equivalente ao CRM, OAB, etc. – ou dele desejosos, provavelmente varie entre as possibildiades de haver aumento na concorrência para o mercado de trabalho e, supostamente, a queda na qualidade da produção dos textos jornalísticos, a falta de ética e compromisso com a verdade, a má apuração dos fatos, o acirramento dos jogos de interesses, etc…
Não acredito nisso.
Em Direito fala-se em validade de uma lei – ou norma jurídica. Essa validade divide-se basicamente em duas vertentes: a validade formal e a validade social. A primeira trata da parte burocrática – não menos importante, mas mera consequência necessária: projeto, aprovação, julgamento, sanção, publicação, prazo para início do vigor; já a segunda – e que mais nos interessa neste assunto – “corresponde aos efeitos produzidos por ela na sociedade, sua eficácia e adequação”¹. Já perceberam onde vamos chegar?
O que faz pensar que os veículos sairão contratando pessoas sem qualquer conhecimento em comunicação social aplicada ao jornalismo ou profissionais de outras áreas para tomar o lugar dos jornalistas? A não exigência do diploma é mera formalidade, consequência de um conflito legal há muito existente. A não obrigatoriedade do diploma corre grandes riscos de não ter adesão popular nem dos que empregam nesta área.
Não podemos deixar de reconhecer que a concorrência por uma vaga de jornalista em determinados veículos de comunicação, em remota hipótese, pode sim aumentar, mas cabe aos futuros jornalistas sair da sala de aula mais do que portador de um diploma. Sabe-se que formados, os candidatos ao emprego de jornalista tem maores chances de atender ás expectativas e requisitos da profissão, mas a formação em massa, robotizada, de profissionais mecanizados e cheios de teoria é alvo de severas críticas de gente importante deste ramo, além de contribuir para um jornalismo cada vez mais alinhado ao senso comum e sem nenhum atrativo.
Não será a permissividade de que qualquer brasieliro torne-se jornalista a vilã desta classe profissional, mas sim os que a integram. A falta de reciclagem técnica, a subjetividade e a falta da ousadia em detrimento da mesmice, por exemplo, podem represntar maiores riscos para o profissioanl desta área do que a própria ‘queda’ do diploma.
Publicitários não precisam de diploma, nem escritores, artistas plásticos também não, músicos menos ainda. E são eles os mais crassos exemplos de profissionais ligados à arte, criação e livre expressão do pensamento.
Ao contrário do que se pensa, o fim do diploma deve ajudar os cursos de jornalismo. Basta ler um texto universitário para ver a inviabilidade da linguagem acadêmica na mídia. Os profissionais que desejarem prosperar numa Redação terão de reciclar sua linguagem e lidar com as técnicas de comunicação; o acadêmico tem a reverência do processo; o comunicador, a do instante.
Gilberto Dimenstein, Folha de S. Paulo, 21/06/09.
Espero sinceramente ter conseguido expressar minha tranquilidade, enquanto aluno do 4º semestre de Jornalismo, em relação a passageira incerteza que povoou minha mente nos dias que sucederam o julgamento do tal RE.
Mas hoje confesso que acredito em cada palavra do que disse aqui, e ainda que concordo piamente com Dimenstein.
¹Citação de Erika Camargo Vegners
Você já alugou uma pessoa?
Prática vem crescendo e se diversificando, e sua presença no dia-a-dia é mais comum do que se imagina.
A princípio, a idéia de alugar alguém pode soar um tanto quanto estranha, mas basta pensar um pouco em sua rotina e daqueles que estão à sua volta para perceber que a tendência à prestação de serviços chegou de vez, e conquista cada vez mais espaço na vida do sujeito moderno.
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À primeira vista, qualquer um pode considerar uma faxineira, babá ou cozinheira uma pessoa “alugada” – de fato elas o são -, mas numa outra escala, como empregados de fato, assim como jardineiros, motoristas, etc… Mas e em dogwalker, você já ouviu falar?
Com o ritmo de vida cada vez mais acelerado, é nítido que a carreira, a família e o lazer se chocam e se desdobram tentando em vão chegar a um consenso, e é claro que as atividades “menos importantes” sofrerão as maiores consequências: passear com seu cão, por exemplo.
Pessoas que definitivamente não tem disponibilidade de tempo, disposição ou mesmo paciência de passear com seus cães não precisam mais abrir mão de ter um companheiro. É isso que os dogwalkers fazem: passeiam com seu cão por você. Por um preço que varia de 15 a 30 reais – dependendo da empresa, dias da semana, contratação de pacotes inteiros, etc… – é possível fazer com que seu cão caminhe por um período de uma a uma hora e meia, se exercite e reduza consideravelmente os níveis de estresse sem aumentar o seu.

E um marido de aluguel?
Indicado a princípio para mulheres que moram sozinhas, o marido de aluguel é vítima fácil da incompreensão quanto a finalidade dos seus serviços. Ele serve basicamente para fazer os serviços básicos que toda residência demanda – e que os maridos de antigamente faziam – como consertar tomadas, trocar chuveiros, desentupir canos e sifões, trocar torneiras, etc… O sistema de cobrança pelos serviços prestados se dé de duas formas: por valor pré-fixado, variando de 10 a 50 reais – “melhorar a imagem da TV” e “instalar ventilador de teto”, respectivamente – ou por hora, executando todos os pequenos serviços e reparos de que sua residência carece – desejando aí que o “maridão” trabalhe no modo fast as you can.
Outro tipo de profissional que pode ser alugado é o personal dancer. Com preços que variam de 50 a 100 reais por período – a noite toda -, estes profissionais, geralmente professores de dança contratados pelas próprias alunas ou através de anúncios em classificados online, tem feito a alegria das elegantes senhoras que não se permitem entrar desacompanhadas – nem ficar paradas – nos agitados bailes e jantares dançantes promovidos para o público da terceira idade. Os personal dancers contam que é comum as clientes se deixarem envolver por todo aquele clima de sedução e encanto propícios da dança e confundirem as coisas, mas que via de regra elas sabem separar as coisas e encaram o parceiro como um prestador de serviço de fato.
Uma prática conhecida mas não tão comum no Brasil é o aluguel de barriga. Dois fatores principais que caracterizam a relativamente baixa procura por este tipo de aluguel devem-se ao seu alto custo e à falta de legislação específica para estes casos. Os valores médios para se ‘alugar’ uma barriga variam entre 50 e 500 mil reais, dependendo do tipo físico, idade, predisposição genética, QI, etc., não inclusos nesta quantia os valores rslativos aos procedimentos médicos: fertilização in vitro, acompanhamento obstetrício, parto…

A prestação de serviços do consultor de imagem ou personal stylist é mais uma vertentes dessa nova tendência à locação de pessoas. Este profissional tem a função de orientar pessoas que nada entendem ou que querem dar aquela requintada em seu modo de se vestir, se comportar e se apresentar. Geralmente cobra-se um valor pré-determinado por um dia inteiro de ida às compras, com orientações quanto ao que comprar, cores, combinações, etc.
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Pensando no assunto percebi que uma infinidade de outros profissionais das mais diversas áreas podem ser ‘alugados’: personal trainers, home care, garotas de programa, modelos, fotógrafos, viúvas carpideiras, guarda-costas, motorista pós-balada…
Mas confesso que nem um dos ‘alugáveis’ me chamou tanto a atenção quanto os amigos de aluguel. Com a proposta de oferecer um serviço que oscila entre a companhia sem conotação sexual e a amizade sem laços profundos – ou seja, nada! – um grupo de amigos lançou-se na idéia de alugar seu tempo livre para servir de amigos descolados para quem tem uma dificuldade a mais na hora de encontrar gente interessante e bonita para curtir uma noitada, um show, uma viagem e até um simples bate-papo! O preço para ter a companhia dos Amigos de Aluguel varia entre 50 e 200 reais POR HORA – dependendo do programa escolhido e de sua localização -, e os gastos extras, é claro, são por conta do “locador” dos amigos.
Em opiniões, dividem-se entre o triste e o prático em quase todos os casos de pessoas disponíveis para locação. A praticidade e até necessidade de algusn dos serviços citados representam uma mudança no padrão – não somente social como cultural – da sociedade. Mas é nítido ver que estes profissionais, ou a maior parte deles, não oferece apenas um serviço ou disponibiliza seu tempo, oferece companhia, um nível de intimidade, sabe-se lá por que razão e com qual finalidade, mas talvez refletindo uma outra face, mais obscura da tendência atual e preocupante que diz respeito às expectativas e anseios da população moderna. A necessidade, por exemplo, de se alugar amigos não soa preocupante a mais ninguém? Confesso que ainda não acredito com todas as letras que a proposta destes jovens seja de fato séria. Parece uma brincadeira de mau gosto aliada a um tremendo descaso com a inteligência das pessoas.
Mas que culpa eles tem?
Há mercado para os serviços que eles prestam, não é mesmo?



Hoje é aniversário da minha avó paterna, minha Babushka, Baba para os íntimos e vulgo Dona Maria – sim, vulgo, pois vulga não existe – e, para comemorar essa data especial, ia rolar aquele bolinho clássico e sempre muito bom no apartamento dela.